segunda-feira, 4 de junho de 2012

P641 - SER SOLIDÁRIO

 Da nossa amiga Natália, e grande amiga da Guiné-Bissau recebemos a seguinte mensagem:

Grandes Amigos,

A ONG VIVER 100 FRONTEIRAS, da qual vocês tem sido grandes parceiros e colaboradores de missões ao longo destes 3 anos, vai-se juntar ao FESTIVAL NACIONAL DA ALHEIRA, que se realiza a 6,7 e 8 de Julho, no Estádio do Lusitânia de Lourosa.

Este espectáculo tem por objectivo além da construção de um campo de futebol sintético para os juniores, a construção de uma escola de formação profissional na Guiné Bissau.

Assim sendo assumimos a responsabilidade de vender 10 mil bilhetes/passaportes, os qual nos irão ajudar a atingir o nosso objectivo em causa.

O custo do passaporte é de 12,99€, para os espetáculos dos 3 dias incluindo o do Tony Carreira, Herman José e Quim Barreiros, além de 2 bebidas gratuitas incluídas no mesmo.

Sei que nos poderão ajudar e é isso mesmo que aqui lhes estamos a pedir, publicitar junto dos vossos colaboradores a existência deste espectáculo, de forma a nos poderem comprar os bilhetes.

Certos da vossa colaboração, aqui vão os contatos, para que possam solicitar a entrega dos passaportes.

Abraço

Natália – 917225588
Patrícia – 934309045
Frederico - 917800461

Será uma oportunidade de juntarmos o prazer de um bom espectáculo à solidariedade com os jovens da Guiné-Bissau.

Não deixem de participar.


domingo, 3 de junho de 2012

P 640 - A TABANCA DE MATOSINHOS TEM INSTALAÇÕES RENOVADAS



O RESTAURANTE MILHO REI RENOVOU AS INSTALAÇÕES PARA MELHOR RECEBER


Em 2005, surgiu do nada, a ideia da tertúlia de Matosinhos, ou melhor, de uma sardinhada semanal a três compinchas que assim solidificavam uma nova amizade criada a partir de uma viagem de saudade à Guiné.

Fenómeno estranho que merece ser estudado. Ou... talvez uma necessidade de os combatentes se redescobrirem, comunicarem pessoalmente, contarem e vivenciarem de novo as suas aventuras desventuras, sofrimentos e alegrias. O certo é que o grupo começou a crescer, a crescer... .

Ao fim de algum tempo alguém teve a feliz ideia de batizar este grupo. que já ia nos 15 comensais em média por semana,  como TABANCA PEQUENA DE MATOSINHOS.

Foi crescendo ao ponto de ter de mudar de poiso, dado que as instalações do restaurante, junto ao porto de Leixões se tornaram exíguas. Não foi fácil localizar um restaurante com condições de acolhimento para tanta gente, que transforma semanalmente a sala num refeitório barulhento com tantos magalas. 

 

O Restaurante Milho Rei, na Avenida Heróis de França (dizem que a Câmara Municipal de Matosinhos está a pensar seriamente em alterar o nome para Avenida Heróis da Guiné) foi o escolhido. Em boa hora.

 

Uma sala com as condições ideais para esta gente que não se conhecia de lado nenhum. Apenas nos une um factor comum - Vivemos a Guerra Colonial na Guiné - mas que, logo depois de uns segundos de apresentação, parece que já somos velhos amigos. Tantas picadas trilhadas em tempos diferentes, tantas aventuras vivenciadas nos mesmos locais, tantas pessoas nativas com quem partilhamos... e assim se inicia uma amizade talvez diferente das habituais, solidificada com o recordar de velhos tempos, no meio do sabor de uma sardinha ou de um copo de tinto. 

 

Outro fenómeno está a surgir. Pequenos grupos que se encontram à quarta-feira no Milho Rei e aí organizam outros tipos de convívios a pretexto de um bom petisco algures ou uma boa pinga, um passeio, ou visita turística, etc. "As Tabanquinhas"

 

Daqui a ideia progrediu. Hoje há tabancas por esse país fora. Os motivos variam, pese embora estejam de algum modo centradas no petisco e na convivência sadia.

 

Ultimamente surgiram as Tabancas no Facebook- Outra forma de comunicar e unir combatentes - Por terras ou regiões, por especialidades, por companhias ou outras motivações, certo é que este fenómeno, o mais recente está em crescimento.

 

Ouso afirmar, com risco de "levar na tabuleta" que a culpa é do Luís Graça e da Tabanca de Matosinhos.

 

O Sr. Silvério, proprietário do Restaurante Milho Rei, entendeu que os tabanqueiros mereciam melhores condições para celebrarem a sua festa à quarta-feira. Vai daí toca a mandar-nos embora por uns tempos (diga-se de passagem que fomos muito bem acolhidos no Restaurante do Centro Hípico do Porto) e toca a fazer obras.

Ficou bonito e acolhedor o nosso poiso semanal e a petiscada é convidativa como sempre.

Estão a chegar as sardinhas. Vamos a elas! 

 

 

 

O Sr. Silvério não sabe onde se meteu. Com as condições que nos proporcionou corre o risco de a procura por parte de combatentes na Guiné ser tão elevada que tenhamos de mudar novamente de poiso.

 

Juntamos algumas fotos para apreciação dos bloguistas e deixamos um convite, venham até à tabanca de Matosinhos.

Zé Teixeira

sexta-feira, 1 de junho de 2012

P639 - Falecimento de mais um camarada

A Hora da Glória chegou para o nosso querido camarada Manuel de Almeida Andrade. 


Depois de prolongada doença o Professo Andrade deixou-nos.


A ele ficaremos sempre ligados pelo seu entusiasmo e pelos excelentes momentos de alegria que nos proporcionou com o seu extraordinário jeito para a música.


À família enlutada o nosso mais sincero sentimento de saudade.


Ao Andrade, que descanse em paz.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

P637-"Compêndio" da Guerra está de volta às livrarias



MARCAS DA GUERRA COLONIAL

«Compêndio» da Guerra
está de volta às livrarias


O livro MARCAS DA GUERRA COLONIAL voltou aos escaparates, vítima involuntária de um processo de insolvência em que a sua editora se viu envolvida durante os últimos três anos.

As “Marcas”, da autoria de Jorge Ribeiro, permaneceram – em conjunto com todos os títulos da Editora Campo das Letras – fora dos circuitos de comercialização por ordem judicial e enquanto o processo não foi concluído.

A partir de agora, os exemplares em stock podem ser adquiridos em Lisboa, na Livraria Círculo das Letras, à Rua Augusto Gil, 15 B (ao Campo Pequeno), telf: 210938753 livraria@circulodasletras.pt, e no Porto na Livraria da UNICEPE, na Praça de Carlos Alberto, 128 (esquina com a Praça dos Leões), telf: 222056606 Unicepe@net.novis.pt.

“Marcas da Guerra Colonial” (1999) foi objecto de duas edições, e revelou-se cedo uma fonte extraordinária de consulta para o estudo da guerra em África, referência em inúmeros trabalhos académicos e na Imprensa. Um antigo ministro da Educação, Marçal Grilo, chegou a considerar as “Marcas” como obra imprescindível nas bibliotecas escolares.

Segundo o escritor Jorge Ribeiro, «as Marcas abordam questões pouco discutidas, aprofunda outras com dados nunca revelados, e recolhe um vasto leque de opiniões de figuras da nossas História recente, capazes de facilitar um juízo mais claro e correcto do que foi a empresa de guerra que o colonialismo português produziu no Ultramar».

Capítulos: «Os Dias da Raça», «Os Estropiados», «As Doenças», «As Tropas Auxiliares», «As Mulheres na Guerra», «A Igreja e a Guerra», «A Guerra Química», «Os Crimes de Guerra», «O Natal do Soldado», «As Canções da Guerra», «A Camaradagem».




segunda-feira, 14 de maio de 2012

P636 - MEMORIAL DE GUILEDJE E A HISTÓRIA RECENTE DA GUINÉ-BISSAU


MEMORIAL DE GUILEDJE   
UM DESAFIO NA CONSTRUÇÃO DA HISTÓRIA DA GUERRA COLONIAL/ GUERRA DA LIBERTAÇÃO
(LIVROS  - DOCUMENTO -  REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS) PRECISAM-SE.

 A AD- Acção para o Desenvolvimento ONGD , decidiu há cerca de 4 anos criar o “Memorial de Guiledje”, um espaço museológico onde todos os que por lá passaram, guineenses, cabo-verdianos, portugueses e cubanos, o sintam como um local onde as suas memórias são preservadas e valorizadas.

 "Manga di ronco" no dia da inauguração do Memorial em 2008
 
Este núcleo museológico pretende dispor de uma biblioteca onde todos poderão encontrar livros, documentos e referências bibliográficas do período colonial, que poderão igualmente facilitar o trabalho de pesquisa que se venha a fazer sobre esta época da vida da Guiné-Bissau e Portugal.


A Associação Tabanca Pequena – Grupo de Amigos da Guiné-Bissau, aceitou fazer uma parceria com a Ad no sentido de angariar Livros e Documentos que de algum modo se reportem à Guerra colonial na Guiné a fim de encher as estantes do Memorial de Guiledje.

Chegou a altura de darmos uma “mãozinha” ao povo da Guiné-Bissau, ajudando-o a construir as bases da sua história na luta pela libertação através da oferta de livros escritos sobre a guerra e demais documentação existente.
A Tabanca Pequena, assume a responsabilidade de a fazer chegar ao destino. 

Apelamos a todos os camaradas que tenham editado livros, a todos os camaradas que tenham livros em seu poder e possam dispensar, a todos os camaradas que tenham documentos oficiais e outros que possam fornecer fotocópias dos mesmos.
Façam-nos chegar à Tabanca Pequena ONGD , ou à tertúlia da Tabanca de Matosinhos que se reúne todas as semanas no Restaurante Milho Rei




 TABANCA PEQUENA – Grupo de Amigos da Guiné-Bissau, ONGD

tabancapequena@gmail.com
www.tabancapequena.com